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Polícia investiga se incêndio que atinge área da Floresta Estadual foi criminoso

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A Polícia Civil investiga se foi criminoso o incêndio de grandes proporções que atinge há quatro dias uma área de vegetação na Floresta Estadual do Noroeste Paulista, conhecida como antigo IPA, em São José do Rio Preto (SP).

Desde segunda-feira (29), o fogo consome a floresta. Conforme o boletim de ocorrência, registrado na segunda-feira (1º), a equipe do Corpo de Bombeiros efetuava o trabalho de combate ao incêndio quando encontrou quatro homens na mata.

Eles informaram à polícia que foram contratados pela prefeitura para prestar serviços terceirizados de manutenção da vegetação . O encarregado dos trabalhadores disse que chegaram ao local na terça-feira (30), quando o incêndio já tinha começado. O quarteto, no entanto, negou que colocou fogo na área.

O Ministério Público também foi acionado para investigar. Em entrevista à TV TEM, o promotor Carlos Romani informou que fez um sobrevoo na área incendiada para conter o avanço do fogo. Se confirmado, os suspeitos podem sofrer punições na esfera criminal e ambiental.

A ocorrência foi registrada como provocar incêndio em mata ou floresta. O Serviço Municipal Autonômo de Água e Esgoto (Semae), autarquia que contratou a empresa na qual trabalham os funcionários terceirizados, informou à reportagem que não vai se manifestar sobre o caso.

Incêndio

Na segunda-feira, a queimada foi controlada, mas as chamas retornaram com força na manhã de terça-feira (30). O Corpo de Bombeiros informou que o fogo consumiu mais de 50 mil metros quadrados de vegetação até a última atualização desta reportagem.

Segundo a Polícia Ambiental, ainda não é possível saber a extensão da área queimada. Na quarta-feira (1º), um avião agrícola de uma usina e um helicóptero Águia da Polícia Militar travaram uma “guerra” contra o incêndio. Uma grande cortina de fumaça encobriu o Rio Preto.

No total, a floresta possui 380 mil hectares de área de preservação do cerrado e compreende Mirassol, Bady Bassitt e Rio Preto (SP), considerado um santuário de mais de 500 espécies, algumas delas em risco de extinção.

Fonte: G1 Rio Preto

Foto: Francisco Braúna/TV TEM

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