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Transição Climática Exclui Povos Tradicionais, Denunciam Ativistas em Cúpula Paralela

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Povos indígenas, ribeirinhos, quilombolas e movimentos sociais globais protagonizaram um protesto incomum nesta quarta-feira (12), durante as Conferências do Clima da ONU. Cerca de 200 embarcações navegaram pelo rio Guamá em uma “barqueata”, manifestando sua insatisfação com a forma como as discussões climáticas têm sido conduzidas.

O ato visou denunciar uma Conferência das Partes (COP) que, segundo os manifestantes, não está atendendo às necessidades das populações mais impactadas pelas mudanças climáticas. Essas comunidades, que incluem povos originários e tradicionais, se encontram na linha de frente dos efeitos do aquecimento global.

A mobilização, que reuniu diversas etnias e representações de movimentos sociais, questiona a inclusão e a consideração das perspectivas desses grupos nas decisões e políticas climáticas globais. Os participantes da “barqueata” argumentam que a transição energética e as medidas de mitigação climática devem levar em conta os direitos e os conhecimentos tradicionais desses povos, garantindo uma abordagem mais justa e eficaz no combate à crise climática. A ação representa um marco na história das Conferências do Clima, amplificando a voz de quem se sente marginalizado nas discussões ambientais de alto nível.

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