Quem não se lembra durante a campanha presidencial de 2022, quando o então presidente Lula (PT), durante embate com seu principal concorrente, o ex-presidente Bolsonaro (PL) prometera aos brasileiros que voltariam a comer “picanha”. Pois é, parece que a carne de primeira qualidade ficou no “prato” daqueles mais ricos.
Em São José do Rio Preto, o eleitor rio-pretense “comprou” a ideia do prefeito Coronel Fábio Candido (PL), que prometeu rever os contratos com as empresas que operam os radares espalhados pelos quatro cantos da cidade. Lá se vão doze meses de governo (um mês de transição) e nada tem feito e efeito pra combater a indústria da multa instalada há décadas.

Motoristas que trafegam pelas ruas, reclamam de aparelhos “escondidos” em árvores e pórticos, uma estratégia de explícita de enganar ou ocultar as placas de sinalização e faturar milhões.
Por quê há tantos aparelhos desligados?. A sensação é de um desperdício de dinheiro público.
O que faltam na cidade, são campanhas educativas que trabalhem o comportamento dos motoristas, e que assim tenhamos um trânsito mais seguro e que não pese no bolso do rio-pretense.
Foto: Colaboração/GCM