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Casal dribla dificuldade para gravidez e adota quatro irmãs em Rio Preto

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Marcileni Rocha dos Santos e Raphael José Gianotti são casados e pais de quatro meninas: Vitória, Marta, Roberta e Evelyn. Entretanto, a casa do casal nem sempre foi assim, tão cheia. Eles enfrentaram grandes dificuldades para engravidar durante anos, sonhando em ter filhos.

Marcileni possui uma condição chamada ovários micropolicísticos, que interfere na fertilidade. “Desde o começo a gente queria. Os médicos disseram que a doença não impediria, mas não acontecia”, contou Marcileni em entrevista à TV TEM.

Após tentativas frustradas de gravidez, em 2015, os dois decidiram dar entrada em um processo de adoção. O trâmite foi dificultoso pelo fato de morarem em Palestina (SP) na época, enquanto os processos tramitavam em São José do Rio Preto (SP). “Tudo se fazia em Rio Preto. Nós fizemos um curso no final de 2015 e ficamos esperando”, relatou Rafael.

Após tentativas frustradas de gravidez, em 2015, os dois decidiram dar entrada em um processo de adoção. O trâmite foi dificultoso pelo fato de morarem em Palestina (SP) na época, enquanto os processos tramitavam em São José do Rio Preto (SP).

No final de março de 2019, após três anos de espera, Marcileni e Raphael receberam a ligação que tanto aguardavam: o anúncio de Vitória, a atual filha caçula do casal. 

Os dois ficaram extremamente contentes, mas contam que foi um misto de emoções ao descobrirem que Vitória tinha paralisia cerebral. “Já explicaram para a gente, ali na hora, que ela tinha paralisia, mas nós não tínhamos ideia de como era essa criança”, disse a mãe.

Coração de mãe sempre cabe mais um’ 

Vitória recebeu um novo lar, mas deixou para trás três irmãs que ainda não haviam encontrado uma família. As meninas pediram para manter contato com a caçula. Eram feitas chamadas de vídeo até que, ocasionalmente, as irmãs mais velhas foram convidadas para visitar a pequena. 

A sensação de estarem todas reunidas em uma casa nova, como uma família, despertou nas meninas o desejo de viverem juntas. Dois anos depois, esse sonho foi realizado: as quatro irmãs estavam reunidas novamente, mas, desta vez, em um lugar para chamar de “lar” e com pessoas para chamarem de “pai” e “mãe”.

Fonte: G1 Rio Preto

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