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Jovem é indiciado por assassinar motorista de aplicativo com tiro na cabeça em Rio Preto

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O jovem investigado por assassinar um motorista de aplicativo com um tiro na cabeça em São José do Rio Preto (SP) foi indiciado pela polícia nesta quinta-feira (6). Davi Santos da Costa, de 19 anos, foi preso em 7 de julho, ao ser localizado na casa de sua tia.

Conforme as investigações, ele teve ajuda de um adolescente, de 17 anos, para render a vítima durante uma corrida e cometer o crime em 11 de junho. O menor foi apreendido um dia após o assassinato e está internado na Fundação Casa.

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O inquérito policial foi concluído pelo delegado Roberval Macedo, que indiciou Davi pelos crimes de latrocínio, porte ilegal de arma de fogo e corrupção de menores. A polícia também solicitou à Justiça a conversão da prisão temporária do jovem em preventiva. O g1 tenta contato com a defesa do indiciado.

No dia do crime, Wilsiano Soares Novaes Teixeira, de 43 anos, foi atingido na cabeça, perdeu o controle da direção e bateu contra um poste de iluminação. O óbito foi constatado no local. 

Após o latrocínio, os dois suspeitos, que estavam no carro como passageiros e armados, fugiram pela janela. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento logo após os disparos. O corpo da vítima foi enterrado em Itu(SP).

Ainda conforme relatado no inquérito policial, o caso foi configurado como latrocínio (roubo seguido de morte), uma vez que, de acordo com o delegado responsável pela investigação, houve uma discussão relacionada ao pagamento da corrida momentos antes do crime.

Agora, o inquérito foi encaminhado ao Ministério Público, que decidirá se oferece a denúncia à justiça.

Versão do adolescente

Ao ser detido em 12 de junho, o adolescente alegou em depoimento à polícia que acreditava estar sendo procurado pela Justiça e afirmou ter pensado que o motorista era um policial civil. Ele tem passagens criminais por tráfico de drogas e roubo. 

Conforme a polícia, o adolescente afirmou ter entregue R$ 20 em dinheiro para quitar a viagem, mas questionou os R$ 2 de troco, o que deu início à discussão. Para a investigação, há indícios de uma motivação patrimonial.

O adolescente possuía uma medida de internação de 45 dias determinada pela Justiça. O motivo não foi divulgado pela polícia. Após o assassinato, ele descartou a pistola utilizada no crime, que ainda não foi encontrada. O menor foi encaminhado à Fundação Casa.

Fonte: G1 Rio Preto

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