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Casal é condenado por morte brutal de jovens em Birigui; penas somam 43 anos

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G1

Um casal foi considerado culpado e condenado a um total de 43 anos de prisão, na última quinta-feira (13), em Birigui, interior de São Paulo, pelo brutal assassinato de dois jovens em novembro de 2023. A decisão ainda permite recurso.

Washington Elias Relíquias de Souza Sarmento, de 31 anos, recebeu a pena mais pesada: 42 anos e cinco meses de reclusão, acusado de duplo homicídio qualificado por meio cruel, uso de recurso que impossibilitou a defesa das vítimas e ocultação de cadáver. Kathlen da Silva Ferreira, de 26 anos, foi condenada a um ano e quatro meses por ocultação de cadáver.

O crime hediondo ocorreu na madrugada do dia 22 de novembro do ano passado, em uma residência localizada na Rua Severo Xavier Soares, no bairro Parque das Nações. As vítimas, Jimmy Pereira da Silva, de 21 anos, e Caroline Batista Froes, de 22, foram encontradas mortas na casa do casal um dia após o ocorrido. A investigação aponta que os quatro indivíduos passaram a noite juntos, consumindo álcool e drogas.

Durante a investigação policial, Kathlen alegou que Jimmy tentou abusá-la sexualmente, o que teria motivado Washington a degolá-lo. Caroline teria sido morta por tentar acionar a polícia.

A perícia constatou que Caroline apresentava um corte profundo no pescoço e sinais de secreção no órgão genital. Já Jimmy apresentava 12 perfurações no peito e um corte profundo no pescoço. Ambos os corpos estavam nus, com toalhas enroladas no pescoço. No local do crime, foram encontradas roupas sujas de sangue dentro de um saco de lixo e documentos pertencentes a Washington e Kathlen.

Embora Kathlen tenha alegado que Jimmy tentou abusá-la, o Ministério Público encontrou inconsistências nos depoimentos do casal e descartou a tese de legítima defesa por parte de Washington. A investigação concluiu que Kathlen, apesar de não ter participado diretamente dos assassinatos, auxiliou na ocultação dos corpos.

Kathlen foi presa no dia 27 de novembro de 2023 e relatou às autoridades que, após o crime, fugiu para o Paraguai com Washington. Este, por sua vez, foi detido em território paraguaio no dia 1º de dezembro, em cumprimento a um mandado de prisão temporária, posteriormente convertido em preventiva. Durante o processo, Kathlen respondeu em liberdade, enquanto Washington permaneceu detido em uma penitenciária.

Fonte: g1.globo.com

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