PUBLICIDADE

[labads id='2']

Empresário apontado como autor da morte de Giovana é condenado por porte de armas

Teste Compartilhamento

sentença refere-se à apreensão das armas durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão; caso do homicídio ainda será julgado mas avançou no MP

O empresário de 46 anos que morava em Nova Granada, foi condenado a um ano de detenção e a seis anos de reclusão, pelos crimes de posse de armas de fogo de calibres permitido e restrito. Ele foi preso em flagrante por policiais civis da DEIC de Rio Preto em 15 de agosto de 2025, durante a operação “Ecos da Terra”, deflagrada pela 3ª Delegacia de Homicídios.

O sentenciado era investigado pela morte de Giovana Pereira Caetano de Almeida, de apenas 16 anos.

Segundo a Deic, a investigação esclareceu que ele a convidou para ir à sede de sua empresa, onde, junto a um de seus funcionários, mantiveram relações sexuais com a menor, além de fornecer drogas a ela. A menor teria perdido a consciência e então o empresário e seu empregado colocaram o corpo na caçamba de uma caminhonete, para que o empresário o transportasse até uma propriedade rural. Lá, com ajuda do caseiro, enterraram o corpo, que somente foi descoberto oito meses depois.

Com a possibilidade do investigador fugir do país, a autoridade policial representou pela decretação da prisão preventiva dele e de seus funcionários, bem como pelas buscas em seu domicílio. Durante a operação, foram encontradas três armas de fogo, sendo uma garrucha e um revólver, de calibre .22, sem qualquer registro, e uma pistola calibre 9mm, com registro vencido, além das respectivas munições. Na sequência, o homem foi preso em flagrante, além de ter sido cumprido o mandado de prisão temporária contra ele.

Em sentença proferida em 12 de fevereiro de 2026, a Juíza da 2ª Vara Criminal de Rio Preto condenou o criminoso a um ano de detenção, em regime semiaberto, pelas armas de calibre .22, e a seis anos de reclusão, em regime semiaberto, pela pistola 9mm.

Enquanto isso, a investigação pelo homicídio da adolescente Giovana prosseguiu, e o homem foi denunciado pelo Ministério Público pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, assédio sexual, tráfico de drogas e fornecimento de bebida a menor de idade. As penas máximas destes delitos, somadas, podem chegar a 54 anos de prisão.

Por Daniela Manzani
Com informações da Deic

Leia mais

PUBLICIDADE

[labads id='3']