15/02/2022 às 12h12min - Atualizada em 15/02/2022 às 18h11min

Apesar de avanço recente, os bancos tradicionais seguem tendo de se preparar mais para o futuro do que empresas de outros setores, aponta Accenture

Os bancos, em média, estão menos preparados para o futuro do que a maioria das outras organizações

SALA DA NOTÍCIA Imprensa Accenture
As organizações que alcançam um alto nível de maturidade e tornam-se “preparadas para o futuro” estão focadas na transformação digital. Com isso, ganham a agilidade e a resiliência necessárias para prosperar em meio à incerteza. Como resultado, essas instituições conseguem alcançar avaliações de mercado mais altas e obter mais lucro.
 

Hoje, 6% dos bancos afirmam ter atingido o limite de operações preparadas para o futuro, e 57% afirmam que evoluíram para operações preditivas. Há três anos, nenhum banco se identificou como preparado para o futuro, e apenas 14% descreveram suas operações como preditivas. Embora os bancos tenham feito algum progresso em direção a operações inteligentes, eles desejam fazer ainda mais.

Nos próximos três anos, os bancos querem estar à frente de outros setores: 37% planejam alcançar um estado “future-ready”, em comparação com 34% de todas as organizações. Ser mais maduros operacionalmente ajudaria os bancos a atender às solicitações, adquirir clientes mais rapidamente e descobrir novos fluxos de crescimento de receita.
As organizações que alcançam um alto nível de maturidade e tornam-se “preparadas para o futuro” estão focadas na transformação digital. Com isso, ganham a agilidade e a resiliência necessárias para prosperar em meio à incerteza. Como resultado, essas instituições conseguem alcançar avaliações de mercado mais altas e obter mais lucro.
 

Hoje, 6% dos bancos afirmam ter atingido o limite de operações preparadas para o futuro, e 57% afirmam que evoluíram para operações preditivas. Há três anos, nenhum banco se identificou como preparado para o futuro, e apenas 14% descreveram suas operações como preditivas. Embora os bancos tenham feito algum progresso em direção a operações inteligentes, eles desejam fazer ainda mais.

Nos próximos três anos, os bancos querem estar à frente de outros setores: 37% planejam alcançar um estado “future-ready”, em comparação com 34% de todas as organizações. Ser mais maduros operacionalmente ajudaria os bancos a atender às solicitações, adquirir clientes mais rapidamente e descobrir novos fluxos de crescimento de receita.

Segundo a pesquisa, os bancos com foco digital se beneficiaram das avaliações de mercado que, em média, foram 18% maiores do que seus concorrentes menos digitalizados em 2019, e 27% maiores em 2020.

Nos últimos oito anos, esses bancos conseguiram reduzir seus custos mais do que aqueles que demoraram a embarcar em sua jornada rumo a um modelo operacional digital.
 

De acordo com o levantamento, os bancos sempre estiveram comprometidos em melhorar a eficiência de suas operações. Na maioria das vezes, seu progresso foi constante, e por muito tempo, isso foi suficiente. Mas, recentemente, as expectativas dos clientes e os requisitos regulatórios crescentes, inovações impulsionadas pela tecnologia e o advento de novos concorrentes agressivos (para não mencionar as demandas operacionais da covid-19), expuseram que a evolução operacional dos bancos está ficando para trás em relação a outros setores.

 Os bancos devem se tornar mais ágeis e resilientes para lidar com as ameaças que o futuro apresenta, sejam elas na forma de ressurgimento de uma pandemia, uma crise financeira ou um ataque cibernético.

Estar preparada para o futuro reflete a capacidade de uma organização de escalar oito características de maturidade do modelo operacional. O setor bancário está correndo atrás de sete delas. A pesquisa sugere que os desafios da tecnologia estão impedindo os bancos de alcançar a transformação operacional. Isso é verdade principalmente em áreas como inteligência artificial (IA), análise e automação, cada uma das quais complementaria os fortes recursos de dados bancários. 78% dizem que os dados estão em ampla utilização ou em escala em suas operações hoje, um pouco acima da média de 75% em todos os setores.

 
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