17/02/2022 às 13h24min - Atualizada em 17/02/2022 às 17h21min

Após sucesso no Brasil, empresa planeja levar modelo de permutas para a Colômbia

Com sede em Belo Horizonte, Clube de Permuta realizou reuniões com empresários de Bogotá e Medelin para iniciar operações no país vizinho até julho; Argentina, Portugal, Inglaterra e Estados Unidos também estão nos planos de expansão da marca

SALA DA NOTÍCIA Raiza Rodrigues

Após movimentar mais de R$270 milhões de transações desde a sua fundação, o Clube de Permuta, plataforma de relacionamento empresarial de compra e venda de produtos e serviços por permuta multilateral, se prepara para levar seu modelo de sucesso ao exterior. Em parceria com a Câmara Internacional de Negócios, a marca realizou uma missão empresarial de seis dias à Colômbia em novembro para conhecer empresários nas cidades de Medellín e Bogotá, e planeja iniciar a operação no país até julho deste ano.

“A Colômbia é um grande país, e há muito vem crescendo economicamente e obtendo destaque no cenário da América Latina. Os empresários locais receberam muito bem nossa proposta, principalmente pela inovação, metodologia e segurança com que trabalhamos a permuta multilateral para os associados”, ressalta Leonardo Bortoletto, CEO da rede. 

A iniciativa faz parte de um plano de internacionalizar a marca, levando um modelo de negócios bem-sucedido no Brasil para outras regiões do globo. “Começaremos pela América Latina, onde ainda temos a intenção de conhecer melhor países como Peru, Argentina, Chile e Panamá. Mas depois pretendemos ir a outras localidades, como Portugal, Inglaterra, e por fim chegar com nossa plataforma nos Estados Unidos”, resume Bortoletto.

Modelo de sucesso

Criado na cidade de Belo Horizonte, em 2012, o Clube de Permuta utiliza um sistema que permite que seus integrantes negociem produtos e serviços por meio de permutas, sem envolver dinheiro. Em 2021 a empresa foi considerada a maior plataforma de permuta multilateral da América Latina.

Na prática, o Clube de Permuta funciona da seguinte forma: após análise da empresa, o associado recebe um limite de crédito para realizar transações com os demais associados. Este limite serve para que seus serviços ou produtos sejam trocados por outros produtos ou serviços das demais empresas que fazem parte do sistema.

“Já tivemos casos de um dono de supermercado que trocou os produtos do estabelecimento dele por câmeras para o sistema de segurança. Outros associados da rede já compraram avião, apartamento, casa na praia, loja comercial, computadores, viagens internacionais, quitaram taxas de franquia etc. É muito interessante, pois quando o empresário vende, ele não recebe em dinheiro. Porém, quando compra, também não há retiradas no caixa”, explica Leonardo.


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