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Operação contra facção termina com um morto e cumpre mandados em cidades do interior de SP

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Uma operação contra o tráfico de drogas e o “tribunal do crime” ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC) terminou com a morte de um suspeito após uma troca de tiros durante o cumprimento de mandados na manhã desta sexta-feira (31), em Penápolis (SP). 

A ação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com apoio do 12º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Araçatuba, da Base de Aviação da Polícia Civil.

Ao todo, foram cumpridos 23 mandados de busca e apreensão e dez mandados de prisão contra 21 investigados e três prisões, em 32 endereços nos municípios de: 

Teodoro Sampaio.

Araçatuba (SP);

Birigui (SP);

Penápolis (SP);

Lins (SP);

Tarumã (SP)

Segundo a investigação, 13 dos 21 alvos são apontados como integrantes do PCC.Eles exerceriam funções na organização criminosa como responsáveis pela administração e comercialização de drogas. 

A investigação também identificou integrantes do PCC ligados à chamada “sintonia da disciplina”, responsável por julgamentos internos da facção, conhecidos como “tribunal do crime”.

🔍 O chamado “tribunal do crime” não tem qualquer relação com o Poder Judiciário. Segundo as autoridades, trata-se de uma prática criminosa adotada por facções para julgar e punir pessoas que supostamente descumprem regras impostas pelo grupo. Essas punições podem incluir ameaças, agressões, tortura e até homicídios.

De acordo com a polícia, a investigação começou a partir da análise do celular apreendido durante uma operação em 2024.

Durante a operação, foram apreendidos cerca de R$ 17 mil em dinheiro, três armas de fogo, celulares, computadores e documentos com anotações que, segundo os investigadores, podem indicar contabilidade do tráfico, agiotagem e possível lavagem Morte após troca de tiros

Durante o cumprimento de um mandado de busca em Penápolis, um dos investigados morreu após trocar tiros com policiais do Baep.

De acordo com a polícia, o suspeito era investigado por adquirir armas para integrantes do PCC e possuía antecedentes por tentativa de homicídio, tráfico de drogas, porte ilegal de arma e roubo. 

Ainda conforme a investigação, a arma utilizada por ele durante o confronto seria a mesma que havia sido comprada de uma liderança da facção. As circunstâncias da morte serão apuradas em procedimento próprio da Polícia Militar.

Fonte: G1 Rio Preto

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