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Pai relata medo do filho em voltar a escola de Birigui onde foi castigado com cola quente na aula

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Pais que denunciaram na polícia uma professora de artes suspeita de queimar com cola quente alunos de 10 anos, em escola de Birigui (SP), relataram à TV TEM o medo dos filhos de que a situação se repita.

As queimaduras em mãos e dedos de pelo menos três crianças de 10 anos ocorreram durante a aula de artes de sexta-feira (13), na escola municipal Geni Leite, no bairro Silvares. As famílias foram informadas pela direção da escola de que recebeu cinco queixas relacionadas ao caso.

Os pais procuraram a direção para que tomasse providências contra as atitudes da professora, que consideraram propositais conforme relatos dos filhos. Eles também registraram queixa na polícia.

profissional suspeita foi afastada das funções até a conclusão das investigações (leia mais abaixo). g1 tenta contato com a defesa da professora.

‘Arma de tortura’

Em entrevista à TV TEM, Elaine Cristina da Silva conta que busca providências para que outras crianças não passem pela mesma situação vivenciada pelo filho de 10 anos na escola, na sexta-feira (13).

Conforme ela relatou, o menino chegou abalado da escola. Chorando, contou que foi queimado nos dedos pela professora com a cola quente porque pediu para usar o banheiro. Elaine procurou a direção da escola e registrou boletim de ocorrência. Também contou sobre o caso em uma postagem nas redes sociais.

Na frente da turma

A opinião é compartilhada por Carolina Valadão Sônego, que procurou a DDM de Birigui para denunciar as queimaduras na mão do filho de 10 anos.

“É uma mulher que se diz professora de artes, usando um material de trabalhos feitos com amor para queimar a mão do meu filho”, disse, à TV TEM.

De acordo com Carolina, o menino contou que foi chamado para a frente da sala pela professora, depois que não entendeu uma instrução dada pela docente.

Investigação

A Delegacia da Defesa da Mulher (DDM) abriu investigação e requisitou ao Instituto Médico-Legal (IML) o exame de corpo de delito das vítimas.

A Secretaria de Educação de Birigui informou na terça-feira (17) que afastou a professora das atividades que exercia nas escolas Geni Leite (bairro Silvares) e Ruth Lot (João Crevelaro), até a conclusão de uma sindicância aberta a partir das denúncias dos pais.

O prazo da sindicância é de 30 dias, que podem ser prorrogados por mais 30.

Em nota, a secretaria informou ainda que acionou a Corregedoria para acompanhar o caso e que não compactua com condutas que colocam em risco a integridade dos estudantes.

Fonte: G1

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