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Tarcísio de Freitas promete prender os envolvidos na execução do ex-delegado Ruy Ferraz

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), falou nesta quinta-feira (18) sobre a investigação e prisão da suspeita de buscar um fuzil usado na execução do ex-delegado-geral Ruy Ferraz, em Praia Grande, no litoral paulista.

Ao ser questionado sobre o caso, durante agenda na região de Araçatuba (SP), o governador atribuiu à prisão de Dahesly Oliveira Pires, de 25 anos, um ponto importante para identificar mais suspeitos da quadrilha responsável pelo assassinato do ex-delegado.

“Ela é uma mulher que fez o transporte de um fuzil de Diadema até Praia Grande. Então ela fez o transporte dessa arma, levou o fuzil e trouxe esse fuzil de volta. Esse fuzil que a gente está procurando agora localizar foi uma das armas utilizadas no crime, e a partir dela a gente chega em mais um suspeito”, falou.

Segundo a polícia, Dahesly viajou para o litoral num carro de aplicativo para buscar um “pacote”. Os investigadores afirmaram que lá dentro estava um dos fuzis usados no assassinato do delegado. A prisão é temporária, válida por 30 dias e renovável por mais 30.

Outros dois suspeitos

Ainda nesta quinta-feira, o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, divulgou os nomes e as fotos de dois suspeitos de participar do assassinato do ex-delegado-geral.

Os suspeitos, alvo de mandados de prisão e que estão foragidos, são Felipe Avelino da Silva, conhecido no PCC como Masquerano, e Flávio Henrique Ferreira de Souza, 24 anos.

Em entrevista à imprensa, Derrite disse não ter dúvidas de que há envolvimento do crime organizado na execução.

Ruy Ferraz Fontes, de 64 anos, foi delegado-geral da Polícia Civil de SP e esteve na corporação por cerca de 40 anos. Ele foi um dos pioneiros na investigação do PCC. Desde janeiro de 2023, ele comandava a Secretaria de Administração de Praia Grande. Ele foi assassinado após finalizar o seu expediente na prefeitura na segunda (15).

Uma das hipóteses investigadas é a de que o ex-delegado foi assassinado pelo PCC por seu histórico de combate à facção, que comanda o tráfico de drogas no estado e já o ameaçou de morte.

Outra possibilidade é a de que o ex-policial possa ter sido emboscado e morto por desafetos em razão do seu trabalho como secretário em Praia Grande, cidade onde foi assassinado.

Fonte: G1 Rio Preto

Fotos: Reprodução/TV TEM/ Reprodução/TV Globo/

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