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Polícia Civil de Rio Preto deflagra terceira fase da Operação “Ruas de Fogo” e prende suspeito de homicídio

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A Polícia Civil de Rio Preto, por intermédio da Delegacia de Investigações sobre Homicídios da DEIC/DEINTER-5, avançou mais uma etapa nas investigações que apuram o homicídio de Heitor Rogério Próspero Challa Brasil, de 18 anos, com a captura de S.S.P.J., de 27 anos, conhecido pelo vulgo “Fifo”, apontado como um dos mentores da ação criminosa.

A prisão ocorreu no município de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, durante a terceira fase da Operação Ruas de Fogo, resultado do trabalho investigativo desenvolvido pela Delegacia de Homicídios de São José do Rio Preto, em ação conjunta com a Guarda Municipal de Cabo Frio e a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

A captura é resultado do aprofundamento das investigações, que permitiram avançar na identificação dos envolvidos e esclarecer a estrutura de atuação do grupo criminoso investigado.

O trabalho policial busca não apenas alcançar os executores do homicídio, mas também identificar e responsabilizar aqueles que, conforme os elementos reunidos no inquérito, teriam participado do planejamento e da articulação do crime.

O homicídio ocorreu em 7 de dezembro de 2025, no bairro Santo Antônio, em São José do Rio Preto. Conforme apurado pela equipe de investigação, o crime estaria relacionado a uma disputa territorial vinculada ao tráfico de entorpecentes, com indícios da atuação de um grupo organizado e da divisão de tarefas entre seus integrantes.

Na ocasião, a vítima foi perseguida por indivíduos em uma motocicleta e atingida por diversos disparos de arma de fogo em via pública. Durante a fuga, Heitor chegou a transpor o muro da Igreja Santo Antônio de Pádua, na tentativa de escapar dos agressores, mas foi alcançado e morreu no local.

A reconstituição da dinâmica criminosa e o levantamento de informações ao longo da investigação apontaram que o homicídio não teria sido um episódio isolado, mas resultado de uma ação previamente articulada, envolvendo diferentes integrantes do grupo.

A terceira fase da Operação Ruas de Fogo reafirma a importância da investigação qualificada, persistente e orientada à responsabilização de todos os envolvidos. A atuação da Polícia Civil de São Paulo, somada à cooperação das forças de segurança fluminenses, permitiu localizar e capturar o investigado fora do Estado, demonstrando que a distância geográfica não impede a continuidade do trabalho policial.

As diligências prosseguem para esclarecer integralmente a participação de cada investigado, identificar eventuais outros envolvidos e localizar os demais procurados.

A Polícia Civil segue firme no compromisso de investigar, esclarecer crimes contra a vida e levar à Justiça os responsáveis, reafirmando que o trabalho investigativo não se limita à identificação de quem executa o crime, mas avança para alcançar também aqueles que, em tese, planejam e articulam sua prática.

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