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Segurança morre após cair de barracão no trabalho em Rio Preto

Um vigilante de 58 anos morreu na última segunda-feira (2) após passar 13 dias internado em estado grave no Hospital de Base de São José do Rio Preto,…

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Segurança morre após cair de barracão no trabalho em Rio Preto
G1

Um vigilante de 58 anos morreu na última segunda-feira (2) após passar 13 dias internado em estado grave no Hospital de Base de São José do Rio Preto, no interior paulista. A vítima, identificada como Denilson Alves de Souza, não resistiu às complicações decorrentes de uma queda de altura sofrida no ambiente de trabalho, mobilizando equipes médicas e autoridades policiais para investigar as circunstâncias do acidente.

O caso aconteceu no final de outubro, quando o trabalhador foi encontrado inconsciente no chão do barracão industrial onde prestava serviços. Desde o primeiro atendimento, a gravidade da situação exigiu intervenções médicas complexas, evidenciando os riscos cotidianos enfrentados por profissionais que atuam na área de segurança patrimonial e manutenção em instalações de grande porte.

Atendimento médico e investigação policial

De acordo com o boletim de ocorrência registrado pelas autoridades competentes, Denilson deu entrada no complexo hospitalar no dia 20 de outubro apresentando um quadro clínico delicado. Os exames de imagem e a avaliação neurológica realizados na emergência constataram uma severa fratura no crânio acompanhada de hemorragia cerebral.

Diante da urgência, a equipe médica realizou uma cirurgia neurológica de alta complexidade. Na sequência, o paciente foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde permaneceu sob cuidados intensivos por quase duas semanas. Apesar dos esforços terapêuticos, o trabalhador sofreu uma parada cardiorrespiratória na manhã de segunda-feira, culminando no óbito.

Laudo e procedimentos legais

O prontuário médico anexado ao processo policial aponta que o corpo não apresentava marcas de agressão física ou outros sinais evidentes de violência externa, o que reforça, inicialmente, a tese de fatalidade. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização do exame necroscópico, procedimento padrão em casos de mortes decorrentes de acidentes.

A ocorrência foi formalmente registrada pela Polícia Civil como morte suspeita acidental. As investigações agora buscam esclarecer quais eram as condições de segurança no local de trabalho e o que teria motivado a queda do profissional durante a execução de suas atividades laborais na região noroeste paulista.

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Fonte: https://g1.globo.com

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